This blog is intended to discredit the theory of evolution as scientific doctrine, as this theory is nothing but a fable that nourishes the faith of unbelievers in an explanation that attempts to explain the world without the figure of God the Creator. This blog is also a tribute to God for the magnificent work of their hands who created this spectacular universe.(By Researcher Valdemir Mota de Menezes)
quarta-feira, 29 de julho de 2015
LIVRE: ARCHÉOLOGIE BIBLIQUE - COMPLET
Scribe Valdemir publie un livre ARCHÉOLOGIE BIBLIQUE. 148 pages dans lequel nous analysons les histoires racontées dans la Bible et nous pouvons prouver la véracité d'entre eux. (Peut être acheté imprimé par: amazon.com, clubedeautores.com.br et autres libraires en ligne)
domingo, 17 de maio de 2015
LIVRO: BIOLOGIA - O MITO DA EVOLUÇÃO - COMPLETO
Autor: Escriba Valdemir Mota de Menezes
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LIVRO: BIOLOGIA - O MITO DA EVOLUÇÃO - COMPLETO
quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
FILOGENIA - A HISTÓRIA DOS SERES VIVOS - ESCRIBA VALDEMIR
Este artigo faz parte do livro: Biologia - O mito da Evolução, que será publicado em 2015 elo Amazon.com, de autoria do Professor Valdemir Mota de Menezes
FILOGENIA
Neste capítulo estudaremos as teorias da origem da vida
entre elas:
- Geração Espontânea
- Herança dos caracteres adquiridos
- Seleção natural
- Mutação
1 – A HISTÓRIA DOS SERES VIVOS
O objetivo da filogenia é estudar
a história dos seres vivos, entretanto, somente o homem deixou registros
escritos sobre sua sobrase façanhas no passado, e sobre este assunto nós
trataremos no livro de História Geral da nossa coleção, mas os animais apenas
existem, eles não constroem nada para a geração posterior, e nem mesmo para sua
geração, bem disse Jesus: “Olhai para as aves do céu, não semeiam, nem colhem,
nem ajuntam em celeiros, e contudo, o vosso Pai Celeste as alimenta (Mateus
6.26). Nenhuma espécie de animal constrói uma civilização, uma cultura, as suas
técnicas de caçar não evoluíram (os carnívoros em milhares de ano continuam
caçando do mesmo jeito, não desenvolveram apetrechos de caça), as suas
habitações não mudaram (os pássaros continuam fazendo os seus ninhos, cada um
conforme a sua espécie). Cada ser vivo continua no seu próprio habitat (os
peixes na água, a árvore plantada no chão, e “cada macaco no seu galho” e a
minhoca debaixo da terra...)
Enquanto o pássaro “João de
barro” continua fazendo sua casa no mesmo estilo durante toda a sua existência,
sem acrescentar se quer um compartimento a mais como um banheiro, uma cozinha,
um quarto de empregada, ou pelo menos construindo um jardim na frente da sua
casa de barro. Evolucionistas mais conservadores exigem medidas mais rápidas do
“João de Barro”, pois esperava-se que depois de alguns milênios ele já tivesse
se tocado para fazer umas janelinhas. E o que diremos dos homens???
- O Homem é o senhor absoluto dos
quatro pontos cardeais, nas geleiras ele faz o iglu, nas montanhas, vales e
planícies lá esta a sua moradia, são casas de concreto sobre as rochas, ou
palafitas de madeira sobre as águas, no deserto ele estende a sua tenda, nas
metrópoles ele ergue os arranha-céus. Nunca antes houve ser vivo na Terra semelhante ao homem,
obra-prima da mão de Deus, criado especialmente para ser o Dominador do
planeta.
E quanto aos meios de
transportes? Que animal se compara a este “bio” chamado “Humano”? Os peixes
continuam geração após geração nadando, as aves continuam geração após geração
voando, os quadrúpedes continuam geração após geração andando, mas e o homem? O
homem anda com duas pernas como os bípedes, subjugando os cavalos, que são
quadrúpedes, os homem andam montado em suas costas, mas para se limitou a ser
um parasita que anda nas costas dos outros, ele modernizou e inventou a carroça
para diminuir o peso sobre o animal e para agregar mais peso de pessoas e
mercadorias puxado pela força dos cavalos e companhia. Recentemente na história
dos seres vivos, o homem inventou os carros impulsionados a motores. O homem
não tem a força da formiga que e capaz de carregar objetos 10 vezes mais
pesados que o seu próprio peso, mas ele pode construir trens capazes de
transportar 10.000 vezes mais o seu próprio peso. Mesmo sem poder contar com os
convenientes ossos pneumáticos, nem as belas plumagens e penas das aves, o
homem consegue voar mais rápido do que qualquer ave, enquanto as míseras aves
extremamente inferiores ao homem não ultrapassam em média aos 80 km/hs, o homem
cm os seus aviões supersônicos e ônibus espaciais viajam mais rápido que o som.
E o que mais podemos dizer? Como
ultimo exemplo citaremos o caso das comunicações. Nenhum animal progrediu
criando um novo vocabulário se quer, alias, a maioria deles nem palavras
conseguem emitir, uns melhorzinhos, emitem sons e que estão longe de ser uma
linguagem complexa como a dos homens, a maioria destes usam o som somente nos
cortejos de acasalamento, como o gato, talvez a mais inteligente das criaturas no que diz respeito
a comunicação seja a GALINHA, ela sempre demonstra um excelente estado de
espírito e senso de humor depois de colocar um ovo...
Os evolucionistas gostam de tocar
a trombeta quando ensinam algum animal um novo número circense, querendo insinuar que neles há
inteligência. Ensinar uma nova palavra ao papagaio só prova o quanto ele é
autômato que não tem capacidade de manter em hipótese alguma uma comunicação
inteligente com um homem.
Os biólogos estão de fato fazendo um ótimo
trabalho nas pesquisas que estudam o comportamento dos animais, e não queremos
de forma alguma desmerecer o trabalho destes profissionais. Entretanto é neste
campo eu prolifera as ervas daninhas dos evolucionistas onde a filogenia
torna-se a ultima tentativa de criar uma história mitológica dos seres vivos.
Entenda-se as fantasiosas vidas dos homens pré-históricos.
“Meras suposições sem fundamento
foram às bases desta história imaginária.”
“A variedade das espécies não se
originou da evolução, pois muitas destas aves vivem lado a lado. A natureza não
foi seletiva, porque Deus criou um ecossistema integrado com todas as espécies. ”
domingo, 28 de setembro de 2014
L'ESPERIMENTO DI MILLER - SCRIBA VALDEMIR
L'esperimento compiuto da Stanley Miller nel 1953 viene spesso citato per dimostrare che in passato potrebbe essersi verificata la generazione spontanea. Questa spiegazione, tuttavia, presuppone che l'atmosfera primordiale della terra fosse "riducente", ovvero che contenesse solo una minima quantità di ossigeno libero (cioè non legato chimicamente). Perché?
Un libro che prende in esame le teorie sull'origine della vita fa notare che se ci fosse stato molto ossigeno libero 'gli amminoacidi non si sarebbero potuti nemmeno formare, e se per caso si fossero formati, si sarebbero decomposti rapidamente'. (The Mystery of Life's Origin: Reassessing Current Theories) Quanto era fondata l'ipotesi di Miller sulla cosiddetta atmosfera primitiva?
In uno storico articolo pubblicato due anni dopo il suo esperimento Miller scrisse: "Queste, naturalmente, sono congetture, in quanto non sappiamo se la Terra aveva un'atmosfera riducente al tempo della sua formazione. . . . Non è stata ancora scoperta nessuna prova diretta". — Journal of the American Chemical Society, 12 maggio 1955.
Si è mai scoperta questa prova? Circa 25 anni dopo, il divulgatore scientifico Robert C. Cowen riferiva: "Gli scienziati si trovano a dover rivedere alcune delle loro ipotesi. . . . Sono emerse ben poche prove a sostegno dell'idea di un'atmosfera ricca di idrogeno e altamente riducente, mentre ci sono prove che indicano il contrario". — Technology Review, aprile 1981.
E da allora? Nel 1991 John Horgan scrisse su Scientific American: "Durante gli ultimi 10 anni sono però sorti alcuni dubbi circa le ipotesi sull'atmosfera di Urey e Miller. In base agli esperimenti di laboratorio e alle ricostruzioni al calcolatore dell'atmosfera . . . le radiazioni solari ultraviolette, che oggi sono bloccate dallo strato di ozono, avrebbero distrutto le molecole contenenti idrogeno presenti nell'atmosfera. . . . Questo tipo di atmosfera [ricca soprattutto di anidride carbonica e azoto] non sarebbe stato favorevole alla sintesi di amminoacidi e di altri precursori delle molecole caratteristiche della materia vivente". — Trad. in Le Scienze, cit., p. 83.
E allora perché molti continuano a sostenere che l'atmosfera terrestre primitiva fosse riducente, molto povera di ossigeno? In un loro libro sull'evoluzione molecolare, Sidney W. Fox e Klaus Dose rispondono: L'atmosfera doveva essere povera di ossigeno perché, fra l'altro, "gli esperimenti di laboratorio indicano che l'evoluzione chimica . . . verrebbe fortemente inibita dall'ossigeno" e perché i composti come gli amminoacidi "non sono stabili su tempi geologici in presenza di ossigeno". — Molecular Evolution and the Origin of Life.
Non è forse un circolo vizioso? L'atmosfera primitiva era riducente, ci viene detto, perché altrimenti la generazione spontanea della vita non avrebbe potuto aver luogo. Ma in effetti non c'è nulla che garantisca che fosse riducente.
Vi è un altro dettaglio significativo: Se la miscela di gas rappresenta l'atmosfera, la scarica elettrica simula i fulmini e l'acqua bollente sta per il mare, che cosa o chi rappresenta lo scienziato che prepara e conduce l'esperimento?
(Valdemir Mota de Menezes)
Un libro che prende in esame le teorie sull'origine della vita fa notare che se ci fosse stato molto ossigeno libero 'gli amminoacidi non si sarebbero potuti nemmeno formare, e se per caso si fossero formati, si sarebbero decomposti rapidamente'. (The Mystery of Life's Origin: Reassessing Current Theories) Quanto era fondata l'ipotesi di Miller sulla cosiddetta atmosfera primitiva?
In uno storico articolo pubblicato due anni dopo il suo esperimento Miller scrisse: "Queste, naturalmente, sono congetture, in quanto non sappiamo se la Terra aveva un'atmosfera riducente al tempo della sua formazione. . . . Non è stata ancora scoperta nessuna prova diretta". — Journal of the American Chemical Society, 12 maggio 1955.
Si è mai scoperta questa prova? Circa 25 anni dopo, il divulgatore scientifico Robert C. Cowen riferiva: "Gli scienziati si trovano a dover rivedere alcune delle loro ipotesi. . . . Sono emerse ben poche prove a sostegno dell'idea di un'atmosfera ricca di idrogeno e altamente riducente, mentre ci sono prove che indicano il contrario". — Technology Review, aprile 1981.
E da allora? Nel 1991 John Horgan scrisse su Scientific American: "Durante gli ultimi 10 anni sono però sorti alcuni dubbi circa le ipotesi sull'atmosfera di Urey e Miller. In base agli esperimenti di laboratorio e alle ricostruzioni al calcolatore dell'atmosfera . . . le radiazioni solari ultraviolette, che oggi sono bloccate dallo strato di ozono, avrebbero distrutto le molecole contenenti idrogeno presenti nell'atmosfera. . . . Questo tipo di atmosfera [ricca soprattutto di anidride carbonica e azoto] non sarebbe stato favorevole alla sintesi di amminoacidi e di altri precursori delle molecole caratteristiche della materia vivente". — Trad. in Le Scienze, cit., p. 83.
E allora perché molti continuano a sostenere che l'atmosfera terrestre primitiva fosse riducente, molto povera di ossigeno? In un loro libro sull'evoluzione molecolare, Sidney W. Fox e Klaus Dose rispondono: L'atmosfera doveva essere povera di ossigeno perché, fra l'altro, "gli esperimenti di laboratorio indicano che l'evoluzione chimica . . . verrebbe fortemente inibita dall'ossigeno" e perché i composti come gli amminoacidi "non sono stabili su tempi geologici in presenza di ossigeno". — Molecular Evolution and the Origin of Life.
Non è forse un circolo vizioso? L'atmosfera primitiva era riducente, ci viene detto, perché altrimenti la generazione spontanea della vita non avrebbe potuto aver luogo. Ma in effetti non c'è nulla che garantisca che fosse riducente.
Vi è un altro dettaglio significativo: Se la miscela di gas rappresenta l'atmosfera, la scarica elettrica simula i fulmini e l'acqua bollente sta per il mare, che cosa o chi rappresenta lo scienziato che prepara e conduce l'esperimento?
(Valdemir Mota de Menezes)
sábado, 27 de setembro de 2014
ADN ET LA CREÁTION - SCRIBE VALDEMIR
L'ADN est le livre dans lequel Dieu enregistre toutes les données pour chaque espèce transmettent à leur progéniture les caractéristiques de leurs ancêtres. Vie permet de s'adapter à l'environnement, mais jamais l'émergence d'une nouvelle espèce, causé par des moyens externes, ou même par manipulation génétique. (Professeur de Biologie Valdemir Mota de Menezes)
domingo, 14 de setembro de 2014
INADEGUATEZZA DELLA SELEZIONE NATURALE - SCRIBA VALDEMIR
inadeguatezza della selezione
naturale, mutazioni, fossili in
Presupposto errato n. 1.
Le mutazioni provvedono la materia prima necessaria alla
formazione di nuove specie. La teoria della macroevoluzione poggia sul
presupposto che le mutazioni (variazioni casuali del codice genetico di piante
e animali) possano produrre non solo nuove specie, ma intere famiglie di organismi
vegetali e animali.
Dati di fatto.
Molte caratteristiche di una pianta o di un animale sono
determinate dalle informazioni contenute nel suo patrimonio genetico, il codice
racchiuso nel nucleo di ogni cellula. I ricercatori hanno scoperto che le mutazioni
possono provocare cambiamenti ereditari nelle piante e negli animali.
Ma NON producono davvero specie completamente nuove!
Ciò che si è
compreso dopo un secolo di studi nel campo della genetica, esclude
l'evoluzione.
Presupposto
errato n. 2.
La selezione
naturale porta alla formazione di nuove specie. Secondo Darwin il fenomeno da
lui definito selezione naturale favorirebbe le forme di vita più adatte
all'ambiente, con la conseguente estinzione di quelle meno adatte. Oggi gli
evoluzionisti sostengono che, con la diffusione e l'isolamento delle specie, la
selezione naturale favorisca quelle che, grazie a mutazioni genetiche, sono in
grado di sopravvivere nel nuovo ambiente. Di conseguenza ipotizzano che questi
gruppi isolati finiscano per evolversi in specie totalmente nuove.
Dati di fatto.
Le ricerche
indicano chiaramente che le mutazioni non possono produrre specie vegetali o
animali completamente nuove. Ma quali prove adducono gli evoluzionisti per
dimostrare che la selezione naturale privilegerebbe le mutazioni vantaggiose
per produrre nuove specie? Un opuscolo pubblicato nel 1999 dall'Accademia
Nazionale americana delle Scienze menziona "le 13 specie di fringuelli
studiati da Darwin alle Galápagos, ora noti come fringuelli di Darwin".
In effetti
i fringuelli di Darwin non stanno diventando "nulla di nuovo". Sono
sempre fringuelli. E il fatto che si incrocino tra di loro mette in dubbio i
criteri che gli evoluzionisti usano per definire le specie.
Tutto questo mostra che persino prestigiose accademie
scientifiche possono mancare di obiettività nel riportare i fatti.
Presupposto errato n. 3.
La documentazione fossile registra cambiamenti
macroevolutivi. Il succitato opuscolo dell'Accademia Nazionale americana delle
Scienze lascia intendere che i fossili rinvenuti comprovino la macroevoluzione
in maniera più che soddisfacente. Dichiara: "Sono state scoperte così
tante forme di vita intermedie tra pesci e anfibi, tra anfibi e rettili, tra
rettili e mammiferi e nell'albero genealogico dei primati che spesso è
difficile determinare con certezza quando è avvenuta la transizione tra una
specie e l'altra".
Dati di fatto.
L'audace dichiarazione dell'Accademia Nazionale americana
delle Scienze lascia perplessi. Perché? Niles Eldredge, evoluzionista convinto,
afferma che le testimonianze fossili non dimostrano che si sia verificato un
graduale accumulo di cambiamenti, ma che per lunghi periodi di tempo
"nella maggior parte delle specie si sono verificati pochissimi
cambiamenti evolutivi se non nessuno".
Finora scienziati di tutto il mondo hanno rinvenuto e
catalogato circa 200 milioni di grandi fossili e miliardi di microfossili.
Molti ricercatori concordano nel dire che, stando a tale documentazione vasta e
dettagliata, tutti i principali gruppi di animali sono comparsi all'improvviso
e sono rimasti sostanzialmente invariati, e molte specie sono scomparse in
maniera altrettanto improvvisa.
sexta-feira, 18 de julho de 2014
HUMANOS E DINOSSAUROS FORAM CONTEMPORÂNEOS - ESCRIBA VALDEMIR
De fato a vida destes gigantes que viveram na terra, nos atrai bastante. Também tenho interesse pelos animais gigantes, mas tenho minhas ressalvas quanto ao fato deles serem pré-históricos, tenho elementos de sobra na paleontologia e na história de que tais animais foram contemporaneos dos homens. Muitas histórias consideradas lendas em várias culturas nos remete a uma possivel convivencia dos dinossauros com os homens. Esta na hora dos cientistas reverem seus conceitos, pois muitos são baseados em convenções e conveniências e não em dados.
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